O gênero FPS(Tiro em Primeira Pessoa), abordando a temática da guerra, se tornou nos últimos tempos um dos preferidos pela comunidade gamer. Espantosos números tem sido alcançados, como a recém revelada informação de que Modern Warfare 2 atingiu o fantástico total de 25 milhões de cópias vendidas, ou o dado de que Bad Company 2 em poucos dias vendeu cerca de 3 milhões de cópias.
Se antes os jogos desse gênero eram quase que restritos à conflitos da Segunda Guerra Mundial, agora, o foco são as guerras modernas. Essa mudança se acentuou após o sucesso estrondoso da Call of Duty 4: Modern Warfare, lançado em novembro de 2007, que já passou a casa de 15 milhões de cópias vendidas. O título revolucionou o gênero e apresentou a nova preferência dos jogadores: os conflitos atuais.
De olho nesse filão, que já supera a cifra de 1 bilhão de dólares, duas grandes distribuidoras, Activision e EA Games, prepararam super produções, para disputar quase como que numa guerra verdadeira, não apenas os usuários, mas principalmente, o tremendo potencial econômico envolvido nesse segmento. A Activision apresentou em novembro de 2009 o título 'Call of Duty: Modern Warfare 2', enquanto que a EA trouxe a poucos dias 'Battlefield: Bad Company 2' e lançará em breve o novo Medal of Honor.
Comparações são naturais, mesmo entre jogos que apresentam características nem sempre tão semelhantes. As 3 franquias já são bem conhecidas, possuem verdadeiras legiões de fãs, mas sempre existem novos usuários a serem conquistados, ou quem sabe possíveis dicidências. Abaixo apresentaremos pequenos resumos do enredo de cada um dos 3 títulos e um vídeo ilustrativo.
(Call of Duty: Modern Warfare 2)
Modern Warfare 2 é a sequência do aclamando game homônimo que debutou em diversas plataformas da atual geração. Nesta versão, exclusiva para PlayStation 3, PC e Xbox 360, os jogadores passam por diversos ambientes diferentes para tentar manter a ordem mundial.
O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.
Mesmo com a morte do vilão Zakhaev, responsável pelas atrocidades do primeiro jogo, a situação não deve estar muito melhor. O novo rosto do terrorismo global é um ex-associado de Zakhaev chamado Makarov. O inimigo usa como desculpa a vingança da morte de seu aliado para causar toda a destruição. Além de ser um sociopata, Makarov ainda possui uma base poderosíssima na Rússia, que é uma ameaça para todo o mundo.
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(Battlefield: Bad Company 2)
A tal "Bad Company" do título corresponde ao apelido de um esquadrão militar secreto composto por soldados de histórico sujo e comportamento condenável. Eles são "bucha de canhão", dispensáveis e sem nada a perder, o que os torna ainda mais perigosos. E são tais sujeitos que entram na linha de frente em um combate que pode definir o futuro do planeta, depois que EUA e a Rússia entram em conflito aberto em uma espécie de realidade alternativa.
O jogo é uma clara resposta ao sucesso de "Modern Warfare 2", da Activision. Assim como o rival, este novo exemplar de "Battlefield" se divide em dois pacotes distintos; uma campanha para um jogador com toques cinematográficos e um modo online robusto. Ambos se aproveitam de mapas extensos, com recriações de florestas tropicais, desertos orientais e geleiras polares. O uso de objetos e construções destrutíveis foi herdado do antecessor, mas com melhorias que permitem que prédios inteiros sejam derrubados em vez de apenas algumas paredes.
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(Medal of Honor)
Operando diretamente sob o comando da Autoridade Nacional, uma unidade desconhecida de guerreiros escolhidos a dedo é chamada quando a missão não pode falhar. Eles são o Tier 1.
Mais de 2 milhões de soldados, marinheiros, aviadores e fuzileiros navais vestem o uniforme militar. Destes, aproximadamente 50 mil estão sob o controle direto do Comando de Operações Especiais. A equipe Tier 1 está entre as mais bem treinadas unidades das Forças de Operações Especiais. O número exato de componentes é desconhecido, mas não passa de umas poucas centenas de combatentes. Eles vivem e respiram, como precisos instrumentos de guerra. São especialistas em combates com extrema violência. O novo Medal of Honor é inspirado e foi desenvolvido com base nesse grupamento militar, o Tier 1. Os jogadores vão assumir o controle desses guerreiros e aplicarão as suas habilidades únicas no mais hostil e impiedoso conflito atual, a guerra no Afeganistão.
Há um novo inimigo. Há uma nova guerra. Há um novo guerreiro. Ele é o Tier 1.
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Qual dessas franquias marcou mais a sua vida? Qual desses títulos deverá alcançar o maior sucesso e prestígio? A guerra moderna se tornou realmente a grande preferência dos fãs desse gênero? Expresse a sua opinião no campo de comentários.